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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Meus Poemas: Morta nas Estrelas


Olá pessoal, sou eu Jéssica aqui de novo trazendo mais um poema de minha autoria para este blog. Embora eu deixe os poemas e histórias para minha conta no Wattpad, acho bom uma vez ou outra trazê-los para cá, para que quem não os conhece ou tem acesso ao site possam ver. Este poema representa uma fase da minha vida, na qual cabe a famosa frase do meu poeta/escritor favorito: "Tudo que amei, amei sozinho" - Edgar Allan Poe (ele está ali no banner do blog ao lado de uma vela). Amo usar simbologia, me inspiro em letras de músicas e também em tudo o que leio em qualquer lugar, cada expressão que aprendo e que no momento me parece cabível. Então, aí está, aprecie minha obra de arte ou não.

Morta nas Estrelas


Aquela boneca
Você ainda mantém ela
Desfilando na passarela
Intacto, imaculado
Você se mantém melhor do que tenho imaginado

E eu
Estou morta nas estrelas
A milhões de quilômetros
De você na Terra
Embora você não possa mantê-las
Pois de mim não lembra


Poço de ódio
Dói como o inferno
Não posso me odiar
Tenho brilho interno
Sou poeira a brilhar
Você vai olhar
Ver meu eterno
A milhões de quilômetros contigo sonhar


E eu
Estou morta nas estrelas
A milhões de quilômetros de você na Terra
De mim não lembra
E a boneca não quebra


Querida boneca
Vá embora
Não consigo dormir
Enquanto não partir
Como posso descansar em paz?
Estou morta nas estrelas
O que a falta dos sentimentos dele em mim faz.
Por favor vá embora
Agora
Me desmancho a cada hora
Pela demora


Pálido e imaculado
Olá!
Estou aqui
Neste céu nublado
Morta nas estrelas
Onde você me colocou
Quando me matou
E esqueceu do corpo


Abraçado à boneca
Dorme junto à capela
Sem saber que ela
É o motivo de que eu morrera


E eu 
Estou morta nas estrelas
A milhões de quilômetros 
De você na Terra
Pobre morada
Desta triste jornada


Não sou mais nada além de poeira
Poeira das estrelas
Brilho mesmo que não queira


Jéssica A. Rossa



E sobre a maioria dos meus poemas serem tristes, é como eu já falei em outro post, a tristeza é uma grande inspiração para meus poemas; este porém não é completamente triste, apresenta sinais de esperança que é outro elemento que gosto de colocar em alguns deles. Já virou um hábito querer escrever poema quando estou triste, é uma maneira de dar forma ao seu sentimento, uma maneira de extravasar e que depois você sabe que poderá ler no futuro e lembrar do que passou e como soube transformar tudo aquilo em arte.
Bem, este é um dos bons motivos ao qual escrevo e recomendo como terapia momentânea.

Mudando um pouco o assunto... Criei no Wattpad um livro reunindo meus poemas desde 2010 e com certeza logo mais chegarão no futuro. Pois não pretendo finalizá-lo com poucas páginas, serão milhares de milhões. O Título é "Coleção de Poemas de Ali". Ali? Mas por que Ali? Que é Ali? Ali de Alice que faz uma alusão a este Blog no qual eu sou a personagem Alice pelas minhas doideiras bem doidas que você só encontra na minha mente doidamente. E também pelo meu pseudônimo do usuário no site. Você pode encontrar este livro bem aqui ó.

Divirta-se

Tchauuuuu!
Até mais.


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quinta-feira, 17 de março de 2016

Fazendo asas de fada com Emilie Autumn (:

Olá gente boa, tudo beleza? Hoje vou mostrar para vocês como eu fiz minhas asas de fada em casa a partir da talentosa Emilie Autumn que já devo ter falado aqui que ela me inspira muito. Quem não leu o post que eu fiz sobre ela vai ter que ler, pois ela é uma pessoa incrível, um exemplo de vida, ele está aqui(clica!)  Então, eu vi esse vídeo antiguinho dela (que está no final do post) onde ela participou de um programa americano ensinando a fazer asas de fada, as mesmas em que ela usava nos seus shows na Era do CD Enchant e achei bem simples de fazer com materiais que encontramos facilmente, podendo usar sua criatividade para enfeitá-la conforme queira. 
 Eu não sou muito fã de fadas, mas amei a ideia e um belo dia no tédio, resolvi fazer, não sei o porquê. E adorei o resultado. Sai diferente do imaginado, nos surpreendendo. Ela já fica linda sem os enfeites, soltando sua imaginação com os enfeites, ela fica maravilhosa.
 Com tinta, Glitter, flores de plástico, fitas e os furinhos feitos com incenso, você pode tudo. E detalhe: a base usa meias de seda velhas (se tiverem rasgos você pode decorá-los a sua maneira)  e arame (quanto mais longos, maior ficarão as asas). O formato das asas você vai ter que definir ao moldar os arames. Serão dois pares de asas iguais entre si que você terá de fazer para ficar mais ou menos igual a minha: 

Perdão! A idiota aqui foi tirar as fotos com o
celular em pé.

Visão da parte de trás das asas. Que ficarão
à mostra. Meu Deus pq fui tirar a foto com a
câmera em pé

Detalhes que eu fiz na asa. #mesentindoidiota

Elásticos para prender em seus braços.
Essa parte também é importante.

Parte da frente que ficará com os elásticos
e ficará mais escondida em suas costas.

Materiais utilizados:

  • 2 pares de meia de seda
  • 1 rolo de arame (+ ou - uns 15 m)
  • incenso (para fazer os furos - não é necessário se não quiser)
  • materiais para enfeitar como: canetinha, glitter, cola colorida, flores de plástico, fitas, tesoura, tinta, miçangas, conchinhas... (depende do que você quer).
  • elástico/barbante (para uni-las e prendê-las nas costas)

Agora assista o vídeo para aprender com a diva:
Obs.: Não é preciso saber inglês para entender o vídeo. O processo é feito passo-a-passo. Pode pular a intro.




Eu acabei usando as asas para o I Encontro de Fadas em Curitiba:

Créditos: Click Arte Fotografias



Divirta-se. Falou, galera.
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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Teatro, uma de minhas paixões

Olá galeraaaaaaaaa!!! Tudo bem??? Então estou de volta para postar mais uma das minhas paixões que eu amo nesta minha vida louca, e não é só o rádio, não é só a TV, não é o cinema (sou metida a cineasta sim!) , não é a literatura (escrevo umas paradas ae mano...), mas sim o TEATRO! E desta vez vou postar um pouco da peça infantil que eu amei fazer em 2014 e terá reprise em 2015: A Borboleta sem Asas - inspirada na obra do Castelo Rá Tim Bum e dirigido por nossa querida professora e diretora Raquel Mastey. Conta a história de uma borboletinha que nasceu sem asas e foi humilhada pelas outras. Seu sonho é chegar ao lago que dizem que é o lugar mais lindo do mundo e conseguir um belo par de asas. Com a ajuda dos outros insetos cada um com sua diferença/deficiência, ela faz de tudo para conseguir seus objetivos realizados, enganada pelo zangão, rei da colmeia, protegida pela luz da lua, e metida em confusões com o caramujo e suas duas pretendentes, ela está destinada a realizar uma grande tarefa que ninguém jamais esquecerá.
Eu tive meu primeiro papel de vilã rica e metida, a vermelhíssima borboleta Joaninha, chefe das "BorbModels" que eu amei fazer sempre com esse meu cabelo rubro e sem falar que eu amo vermelho-sangue... Ainda mais com essa turminha divertida que compartilhei a amizade cheia de risos nesses ensaios e que ainda compartilho com alguns durante esse ano de 2015. A e a edição do vídeo é minha também! É do tempo em que estagiei na edição de vídeos de um programa da TV Transamérica. Tecnicamente tive que editar uma entrevista minha. É estranho ter que me ver no vídeo, pareço que saí de um filme de Tim Burton para tocar o terror no Paraná todo com essa minha aparência sinistra de borboleta sugadora de sangue e que vou amaldiçoar a borboleta branca em um ritual no meio do palco. Olhem só:




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