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quinta-feira, 23 de junho de 2016

A Arlequina finalmente aparece em um filme: Esquadrão Suicida!

Olá gente, quase um mês sem posts! Meu TCC tá me esmagando aqui. Mas trago aqui o que estava preparando faz um tempinho e que gostaria muito de falar sobre:

A Arlequina ou Harley Quinn sem dúvida é uma das minhas personagens favoritas. A versão feminina do Coringa que é um dos melhores vilões que eu já vi traz mais doçura na vida desse psicopata comediante nutrindo um amor doentio por ele. Sempre usando duas cores em sua estética, a loira maluquinha é uma personagem do mundo dos quadrinhos que deixa qualquer nerd babando. E não é só por sua beleza, mas pela personalidade de mulher perigosa, esperta, feliz e dessas que não está dando a mínima para sua reputação. Finalmente agora neste belo 2016, ela sai dos quadrinhos da DC Comics direto para as telinhas do cinema juntamente com a turma do Esquadrão Suicida, encarnada pela lindona da Margot Robbie


Aquelas vozes mandando você pegar o brigadeiro da mesa do aniversário
da priminha antes do parabéns. Tô sabendo!
Ops! (; Acho que eu não estou no banheiro feminino.

Fiquei babando pelo filme desde que vi o seu figurino agora azul e vermelho, bem gangster moderninho, o seu cabelo colorido e as tatuagens. Tanto pelo seu jeito de menina feliz estando nem aí para a maquiagem borrada. Vários trailers já tomaram espaço na internet divulgando as cenas inéditas da nossa heroína, ops, quer dizer vilã pela primeira vez em carne e osso. Praticamente um sonho para quem conhecia a personagem a anos e se encantava com seu jeito maluco de ser. Carregando um taco de basebol na verdade era um martelo gigante como nos quadrinhos, ela trouxe dessa vez um visual bem diferente do preto e vermelho habitual, como acredito que a maioria tem imaginado por assim tê-la visto nos desenhos animados. 

Olha só esses olhinhos: não tinha como eu não amar ela <3

Já nos jogos, ela tem se mostrado mais sensual mesmo e com um ar de "mulherão". Mas o que esperar do mundo dos games onde até eu mesma ou sua vó seriamos gostosonas?

Bem steampunk essa versão. Adorei.

Acontece que o figurino novo foi inspirado em um outro personagem da novela "Days of Our Lives": uma boba da corte que era interpretada por Arleen Sorkin que originalmente serviu de base para a criação da própria e que a atriz teve a sorte de dublar alguns episódios também. E aí sim, entendemos a troca do preto pelo azul. Deu um ar bem mais "palhacinha" e menos dark para ela.

A dama e o vagabundo

Harleen Frances Quinzel
era uma moça normal que morava em Gotham, trabalhava como psicóloga no Hospício Arkhan cuidando de doentes mentais, onde era mais conhecida como Dra. Harleen Quinzel. Até que um belo dia ela conhece um rapaz, criminoso, perigoso, um tremendo psicopata, seu novo paciente e ao fazer suas sessões de análise, acaba tendo uma queda pela história que ele contava sobre seu passado, desenvolvendo uma estranha obsessão (Mad Love) e assim Coringa, percebendo o sentimento do moça pode manipulá-la com mentiras, fazendo seu jogo sujo com seus planos para destruir o Batman. Ela então se transforma na Arlequina, fazendo de tudo no mundo do crime para conquistar o amor de um cara sem coração. Essa história promete ser mostrada no filme, porém pelos trailers, a impressão que tenho é a de que ela é mais independente dele do que dependente. Isso só pode me deixar mais apaixonada por ela ainda. OMG!


Olha só que fodástico o pôster do casal

Sim eu já cheguei a ter o cabelo igual ao dela só que inteiro enquanto o dela é só pintado pela metade, pois sim foi uma homenagem quando soltaram as primeiras fotos do filme e também uma maneira de eu diversificar meu cabelo sem sair do vermelho que tanto amo e digo que vou morrer com ele. Se faltar tinta vermelha aceito seu sangue pra pintar.muahahaha:

Misturando os cabelos da minha amiga e o meu
 daria o dela, rs. Hoje já estão enormes.

Por enquanto é só. Apenas quis trazer um pouco da meu amor pela personagem pra cá. Sei que ela não é um exemplo bom que eu recomende para seguir - mesmo sendo apenas uma personagem da ficção - pois ela insiste em ficar com um cara que só a maltrata física e psicologicamente, se doa totalmente por ele, mudando totalmente sua vida e entrar para o crime não parece uma boa maneira de seguir com a vida. Sou contra tudo isso, mas ela é uma figura e tanto e é a personalidade dela que me encanta assim como é com o Deadpool da Marvel. Tanto é que muitas pessoas comparam ambos. Só que a Harley é mulher! Toda fofa e sexy, um gol para o time feminino. Enfim, gosto de gente maluca, de vida intensa que tenha um lado negro mas é feliz porque ri de um lápis que caiu no chão e tá nem aí pros outros.

Thauzinho e até o próximo post, galera



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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

LouCURA - Meu primeiro curta metragem noir cabaret

Gravar este curta foi uma Lou-cura mesmo. Não estava programado em estúdio. Tivemos até que pedir segunda chamada. Os mesmos atores foram a própria produção. Além de roteirizar, dirigir, produzir, filmar, tive que atuar também. Como eu não sabia editar ainda, porque não tinha começado a estagiar na Tv, estava no terceiro período apenas, se não eu teria editado também, ufa. Pois é. Uma das dificuldades em se fazer faculdade de Rádio e TV ou de audiovisual é de conseguir atores disponíveis e de graça para seus trabalhos. Como universitário não tem grana gastamos tudo em xerox, geralmente usamos nós mesmos ou nossos colegas como cobaias. Foram dois dias de gravação para isso aí acontecer, sendo que perdemos o primeiro dia. Mas eu gostei da minha atuação - embora como corna traída, sendo que gostaria de ser a dançarina sexy que ficou com minha amiga - e da atuação dos meus amigos. Pareceu bem dramático e forçadamente de época.


 Era para ser mais um daqueles estilo Noir como Sin City em um cabaret que ficou parecendo mais uma zoninha. Me senti a versão feminina de Georges Méliès, ain que emuçãum. Mas sem querer me achar, porque vai que eu me fodo na vida e more na rua no futuro, lamentando por ter feito essa faculdade, catando latinha para me sustentar, na esperança de que um dia alguém reconheça meus antigos trabalhos na internet como este blog por exemplo e veja meu talento louco como algo inovador, procure por mim e como fada-madrinha me encontre, me ajude, me dê roupas, comida e video-game, invista no meu talento e eu finalmente trabalhe na área audiovisual mostrando todo o meu potencial, sendo revolução no cinema nacional ou nos programas de humor da TV brasileira que estão um cocôzinho ultimamente e fique famosa, gênia, bilionária, patricinha e filantropa. Bem isso seria um bom roteiro para o filme da minha vida se ela fosse assim. Ou mesmo que ela não fosse assim, poderia ser um belo roteiro de ficção. Porém, vai ficar apenas aqui, Na Mente de Alice. (;
Até mais galera, falou.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Minha principal inspiração: Emilie Autumn

Dicas de Alice #2: Emilie Autumn

Foi buscando algo relacionado à Era Vitoriana que a descobri. Chamou-me atenção pelo seu cabelo vermelho e estética de boneca de época. Emilie Autumn me encheu os olhos só pelo visual e claro, fui pesquisar mais sobre ela. E de início fui cair direto na biografia dela. Não tem como não falar dela e falar de problemas mentais como depressão e bipolaridade, que para ela tem sido uma de suas grandes inspirações para suas obras. E por isso tem sido meio controverso falar dela. Porém eu a amei, descobri que ela é violinista nata, cantora, compositora, dançarina burlesca, escritora (de poemas e livros), atriz (de teatro e cinema), amante de grandes artistas como Shakespeare(tem até uma canção, Opheliac, em homenagem a uma das personagens dele Ofélia que se suicidou afogando-se num lago), Lewis Carroll, Nigel Kennedy e Freddie Mercury. E não para só por aí, ela é a artista mais criativa que já conheci (claro que não pessoalmente), sempre dá um jeito de unir tudo.



Músicas:

Suas músicas são bem teatrais, certamente poucos gostarão de ouvir, com direito a gritos, vozes mais suaves, sussurros e a canto de óperas; é um misto de músicas clássicas/barrocas com elementos de música eletrônica, o violino de Emilie é o elemento principal de maioria das músicas, chega até lembrar a Lindsey Stirling, só que as músicas de Emilie Autumn variam muito no estilo: têm instrumentais, musicas para dançar, rir, chorar, se apaixonar, desabafar, brincar, protestar, sonhar com num conto de fadas, se vingar... Ela mesma chamou seu estilo musical de Victoriandustrial, pelos elementos eletronicos de música industrial e erúditos da Época Vitoriana.
Dentre os mais conhecidos temos seu álbum Enchant(2003) - onde ela se vestia de fada e tinha cabelo cor-de-rosa e castanho, cantando músicas mais líricas, neoclassicas e celtas com o tema de conto-de-fadas, este é o mais leve e ethereal deles. Depois, ela passou por uma crise com  seus problemas e sua família e anunciou um álbum mais chocante, Opheliac(2006) que fala sobre doenças mentais e problemas, contando a história presente em seu livro inspirado em sua vida sofrida. Teve direito a gritos, toques mais pesados, ela pintou o cabelo de vermelho e exagerou na maquiagem preta como uma bonequinha gótica-vitoriana. Depois dessa fase, onde ficou mais conhecida, chegou o Fight Like a Girl(2012), que lançou até um videoclipe com esse mesmo nome, com uma temática mais esperançosa, vingativa e poderosa de seu livro, o visual de Emilie se tornou mais burlesco com cores mais apagadas e sujas e seu cabelo platinado. Emilie também possui álbuns instrumentais onde dá um show com o violino e alguns toques eletrônicos: On a Day... (2000) e Laced / Unlaced (2007).
Não é recomendável a quem ouve Luan Santana e/ou algo do gênero.

 

Teatro e danças:

Em sua fase Opheliac, os seus shows ganharam performances teatrais e burlescas com a companhia das moças talentosas chamadas de Bloody Crumpets que tinham habilidades circences, além de dançarem e atuarem no palco beijando Emilie na boca numa forma de comédia, quase um stand-up comedy. As Bloody Crumpets tinham nomes relacionados às personagens de seu livro e muitas deixaram o palco e entraram outras novas. O palco era recheado de elementos que lembravam um hospício vitoriano, com cupcakes, xícaras com chá, relógios, ratinhos e portões; tudo com um encanto de Alice no País das Maravilhas. Por lá se desenrolavam as atuações e canções. Para quem não sabe, performances burlescas possuem uma espécie de strip-tease onde a dançarina ficava só com adesivos nos seios e uma calcinha fofa, o que Emilie por vezes fazia no palco. O show já esteve no Brasil no fim de 2012 em São Paulo e no Rio. Tem também a Trupe do The Devil's Carnival, uma peça em que foi convidada a participar, que atua como Bonequinha pintada, expulsa do céu por estar quebrada, juntando-se com o povo do circo no inferno controlado pelo capeta e aprontando todas. Ela voltou a estar em cartaz com essa peça a partir de setembro de 2015. Foi nessa peça que Emilie conheceu seu príncipe, o ator Marc Senter (que inclusive interpreta seu par romântico na peça, o Escorpião), e mesmo não tendo confirmado se é namoro ou amizade, ele está sempre a acompanhando em tudo e fazendo da vida da nossa garota bem mais doce. Ele atuou até no videoclipe Fight Like a Girl numa cena de beijo com Emilie suuuper fofa. Parceiro de altas confusões.

Bonequinha Pintada, personagem tão Emilie.

 

Cinema:

Emilie teve poucas participações no cinema, porém contribui com coisas que qualquer fã não esquece e por mais que pequena, nos obrigavamos a assistir os filmes só para ter o prazer de ver seu talento mostrado nas telinhas.
O maior deles sem dúvida foi o filme da Trupe The Devil's Carnival onde depois de um tempo como teatro, virou filme. E Emilie atuava sempre como a lendária personagem Bonequinha Pintada. Outra participação lembrada dela foi na trilha sonora do filme Jogos Mortais II com as músicas "Organ Grinder" (instrumental) e "Dead is the New Alive" (mais radical e cantada). No filme 11.11.11 ela é uma figurante youtuber que fala sobre a teoria do número 11 em um dos vídeos em que o personagem principal está assistindo, tudo bem rapido; ocorreu na Era Opheliac onde ela usava seu cabelo vermelho berrante. Também na Era Opheliac ela participou do videoclipe da Banda de música industrial Die Warzau, Born Again - que coragem dela! - numa cena de sexo lésbico, totalmente sem roupa! Eu adoro ficar vendo esse video, não sei pq. Acho que pq é polêmico. Não pense besteira. Ver sua ídola pelada é tipo nossa!

 

Livro e poemas: 

Ok, aposto que, se leram até aqui, ficaram curiosos para saber qual é esse livro que tenho falado tanto que serve de base para as letras de músicas, danças e teatros encenados por ela. E que é baseado na vida conturbada dela que chegou a ser abandonada num hospício. Este livro se chama Hospício para Garotas rebeldes Vitorianas (Asylum for Wayward Victorian Girls) e infelizmente não tem no Brasil, não tem em português e é caro. É caro por possuir ilustrações da própria Emilie e ser bem colorido num tamanho grande. Mas é essencial para todo Plague Rat. - que é como ela chama seus fãs, ratos pestulentos, isso mesmo, mas que tem bom sentido para ela baseando-se no livro -  Não tenho e quero ter. O livro fala sobre uma personagem chamada Emily, uma adolescente ruíva com uma cicatriz em forma de coração logo abaixo do olho, que vivia em Londres na Época Vitoriana abandonada em um hospício para mulheres cheio de médicos malucos, ratos falantes amigáveis, fotógrafo bonitão, pacientes cômicas (ai que entram as Bloody Crumpets) o ursinho Sofredor(cor-de-rosa com remendos), remédios e muito chá. Tudo escrito com muito sarcasmo e sangue nas páginas. Emilie também lançou um livro reunindos seus poemas - que também se baseavam no livro, os quais ela os lê em voz alta em seus shows ao som leve de seus músicos. Alguns deles são: Two Masks, Dreams, I Didn't Mean You, Space, I Cried for You...

 

Estilosa:

Em questão de estilo, Emilie sempre foi minha inspiração, desde criança dizem que ela sempre foi muito criativa até no visual. Na capa do CD Enchant vemos ela com um uniforme militar, mechas cor-de-rosa e asas de fada. E mais tarde na sua fase Opheliac aliada à Epoca Vitoriana começou a vestir listras preto e brancas, vestidos brancos inspirados na época e corpetes lindos de morrer. Com seu cabelo vermelho, colocava apliques cor-de-rosa e brilhante em forma de maria-chiquinha. Sempre com muito brilho e glamour com um toque obscuro e desgastado; a maquiagem era perfeita, o coração pintado debaixo de um de seus olhos com muito gliter vermelho era um símbolo dos abusos que sofreu na infância e uma referência à personagem Emily de seu livro. Alias temos o coração vermelho presente em tudo. Uns toques de gothic lolita, de dark cabaret, de gótico vitoriano, steampunk, perky goth, fizeram de seu estilo o que é. Agora Emilie está loira e usa tons mais crus, cor-de-rosa, com brilho e dourado envelhecido em seus shows e rumo à meia idade, veste algo mais confortável com tons apagados fora dos shows.

O ursinho Sofredor sempre a acompanhando
Linda e poderosa chegando aos 40.

 

Vida Pessoal:

Emilie Fritzges, nasceu em 
22 de setembro de 1979, em Malibu, Califórnia, EUA. E desde seus quatro anos de idade começou a tocar violino. Super criativa desde criança, que só algo muito ruim poderia querer derrubá-la mas não conseguiu: Emilie sofreu abusos sexuais em sua infância e adolescência(tendo inspirado as músicas I Want My Innocence Back, Gothic Lolita e The Art of Suicide), e por ser muito criativa, usava roupas diferentes, ouvia músicas diferentes dos demais e isso fez surgir o bulling. Seus sintomas de depressão, bipolaridade, insônia começaram a incomodá-la mais ainda nessa fase, portanto, abandonou os estudos na Universidade Indiana Escola de Música para estudar em casa, já que até as autoridades de lá tinham problemas com os gostos de nossa heroína. Ela estudou parte de sua vida escolar e universitária em casa e até que conseguiu lançar um álbum(Enchant) e ser chamada como violinista para vários artistas como Courtney Love em 2004, época que acabou abortando seu primeiro filho por seu medo obsessivo de passar transtorno bipolar aos seus descendentes acabando internada numa clínica psiquiátrica por ter feito isso. Onde teve tentado suicídio varias vezes. E é aí que tudo começa. Sua fase mais obscura com o lançamento do álbum Opheliac e do livro Asylum For Wayward Victorian Girls após ter saído da terrível clinica que tiveram como inspiração seu sofrimento e sua imaginação fértil. Seus pais já não estavam mais lá para apoia-lá, Emilie sempre mentiu sobre eles, talvez por terem deixado-a por sentirem vergonha da filha ou algo assim. Ela tatuou o número de sua ala psiquiátrica em seu braço direito. Pintou o cabelo de vermelho berrante. Assim foi conseguindo conquistar a fama com seu jeito excêntrico de ser ao lado das Bloody Crumpets e deixando a arte tomar espaço de sua história. Quando lançou Fight Like a Girl, Emilie já era bem conhecida, teria feito vários shows, veio ao Brasil pela primeira vez, entrou para o grupo The Devil's Carnival onde conheceu Marc Senter que mudou sua visão sobre homens. Platinou o cabelo e continou seu show. Emilie parece estar mais feliz ao lado de Marc pelo que vemos em suas fotos no Instagram.
 

NOTA:  

Uma linda história de superação e criatividade à flor da pele. Emilie é 100% real, mas bem que sua história daria um filme. Por isso, sou fã dela, tenho camiseta dela e me orgulho disso. Mas ela é apenas inspiração, não tento ser ela não! Diante de meus problemas, penso na história dela e em meus talentos que assim como os de Emilie são variados (: Eu tento usar meus problemas como inspiração em algumas de minhas artes e isso inclui minhas piadas, sempre assisto alguns dos shows dela antes de encenar uma peça de teatro, pois é nela que encontro inspiração. Espero que muitos também façam isso, pois temos que saber aproveitar o máximo que a vida nos proporciona até mesmo nossos erros e tristezas. Fiquem com essa bela lição. Thauzinho. Até a próxima.


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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Teatro, uma de minhas paixões

Olá galeraaaaaaaaa!!! Tudo bem??? Então estou de volta para postar mais uma das minhas paixões que eu amo nesta minha vida louca, e não é só o rádio, não é só a TV, não é o cinema (sou metida a cineasta sim!) , não é a literatura (escrevo umas paradas ae mano...), mas sim o TEATRO! E desta vez vou postar um pouco da peça infantil que eu amei fazer em 2014 e terá reprise em 2015: A Borboleta sem Asas - inspirada na obra do Castelo Rá Tim Bum e dirigido por nossa querida professora e diretora Raquel Mastey. Conta a história de uma borboletinha que nasceu sem asas e foi humilhada pelas outras. Seu sonho é chegar ao lago que dizem que é o lugar mais lindo do mundo e conseguir um belo par de asas. Com a ajuda dos outros insetos cada um com sua diferença/deficiência, ela faz de tudo para conseguir seus objetivos realizados, enganada pelo zangão, rei da colmeia, protegida pela luz da lua, e metida em confusões com o caramujo e suas duas pretendentes, ela está destinada a realizar uma grande tarefa que ninguém jamais esquecerá.
Eu tive meu primeiro papel de vilã rica e metida, a vermelhíssima borboleta Joaninha, chefe das "BorbModels" que eu amei fazer sempre com esse meu cabelo rubro e sem falar que eu amo vermelho-sangue... Ainda mais com essa turminha divertida que compartilhei a amizade cheia de risos nesses ensaios e que ainda compartilho com alguns durante esse ano de 2015. A e a edição do vídeo é minha também! É do tempo em que estagiei na edição de vídeos de um programa da TV Transamérica. Tecnicamente tive que editar uma entrevista minha. É estranho ter que me ver no vídeo, pareço que saí de um filme de Tim Burton para tocar o terror no Paraná todo com essa minha aparência sinistra de borboleta sugadora de sangue e que vou amaldiçoar a borboleta branca em um ritual no meio do palco. Olhem só:




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