quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Rápido que dá tempo: Sem Asas reestreia em 2015

Sem Asas reestreia em 2015!

Rápido que dá tempo. Assim que terminei de fazer o cartaz da nossa peça, nada melhor do que divulgar em todos os lugares possíveis, até colado na cesta de lixo serve, para que possamos lotar a Casa da Cultura. E o melhor: é de graça! Se caso você more em Campo Largo ou em Curitiba, o que eu acho difícil alguém ler isso até às 20h e 30min do dia 17 e 16h do dia 18 de outubro... Mas tudo bem não custa nada tentar. É o meu blog e eu posto o que eu quero. 


A peça estreou em outubro de 2014 e agora reestreia com novos atores e atrizes e com os antigos também, eu por exemplo, continuo sendo a borboleta má e metida-besta ostentando meu figurino vermelho e preto. É inspirada na série Rá-Tim-Bum da Tv Cultura, escrita por César Cavelagna. Para quem não viu, eu fiz um post da peça de 2014 onde fomos entrevistados pela Tv Transamérica, onde eu trabalhava na edição dos vídeos e é só clicar aqui, que você vai ver.

Segue algumas fotos dos bastidores o evento:

Maria toda contente (:

Lisie após o pancake

A diretora também fez questão de ajudar com o
cabelo da galera.

Eu com a maquiagem de borboleta pronta.
E muito laque no cabelo.


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Minha principal inspiração: Emilie Autumn

Dicas de Alice #2: Emilie Autumn

Foi buscando algo relacionado à Era Vitoriana que a descobri. Chamou-me atenção pelo seu cabelo vermelho e estética de boneca de época. Emilie Autumn me encheu os olhos só pelo visual e claro, fui pesquisar mais sobre ela. E de início fui cair direto na biografia dela. Não tem como não falar dela e falar de problemas mentais como depressão e bipolaridade, que para ela tem sido uma de suas grandes inspirações para suas obras. E por isso tem sido meio controverso falar dela. Porém eu a amei, descobri que ela é violinista nata, cantora, compositora, dançarina burlesca, escritora (de poemas e livros), atriz (de teatro e cinema), amante de grandes artistas como Shakespeare(tem até uma canção, Opheliac, em homenagem a uma das personagens dele Ofélia que se suicidou afogando-se num lago), Lewis Carroll, Nigel Kennedy e Freddie Mercury. E não para só por aí, ela é a artista mais criativa que já conheci (claro que não pessoalmente), sempre dá um jeito de unir tudo.



Músicas:

Suas músicas são bem teatrais, certamente poucos gostarão de ouvir, com direito a gritos, vozes mais suaves, sussurros e a canto de óperas; é um misto de músicas clássicas/barrocas com elementos de música eletrônica, o violino de Emilie é o elemento principal de maioria das músicas, chega até lembrar a Lindsey Stirling, só que as músicas de Emilie Autumn variam muito no estilo: têm instrumentais, musicas para dançar, rir, chorar, se apaixonar, desabafar, brincar, protestar, sonhar com num conto de fadas, se vingar... Ela mesma chamou seu estilo musical de Victoriandustrial, pelos elementos eletronicos de música industrial e erúditos da Época Vitoriana.
Dentre os mais conhecidos temos seu álbum Enchant(2003) - onde ela se vestia de fada e tinha cabelo cor-de-rosa e castanho, cantando músicas mais líricas, neoclassicas e celtas com o tema de conto-de-fadas, este é o mais leve e ethereal deles. Depois, ela passou por uma crise com  seus problemas e sua família e anunciou um álbum mais chocante, Opheliac(2006) que fala sobre doenças mentais e problemas, contando a história presente em seu livro inspirado em sua vida sofrida. Teve direito a gritos, toques mais pesados, ela pintou o cabelo de vermelho e exagerou na maquiagem preta como uma bonequinha gótica-vitoriana. Depois dessa fase, onde ficou mais conhecida, chegou o Fight Like a Girl(2012), que lançou até um videoclipe com esse mesmo nome, com uma temática mais esperançosa, vingativa e poderosa de seu livro, o visual de Emilie se tornou mais burlesco com cores mais apagadas e sujas e seu cabelo platinado. Emilie também possui álbuns instrumentais onde dá um show com o violino e alguns toques eletrônicos: On a Day... (2000) e Laced / Unlaced (2007).
Não é recomendável a quem ouve Luan Santana e/ou algo do gênero.

 

Teatro e danças:

Em sua fase Opheliac, os seus shows ganharam performances teatrais e burlescas com a companhia das moças talentosas chamadas de Bloody Crumpets que tinham habilidades circences, além de dançarem e atuarem no palco beijando Emilie na boca numa forma de comédia, quase um stand-up comedy. As Bloody Crumpets tinham nomes relacionados às personagens de seu livro e muitas deixaram o palco e entraram outras novas. O palco era recheado de elementos que lembravam um hospício vitoriano, com cupcakes, xícaras com chá, relógios, ratinhos e portões; tudo com um encanto de Alice no País das Maravilhas. Por lá se desenrolavam as atuações e canções. Para quem não sabe, performances burlescas possuem uma espécie de strip-tease onde a dançarina ficava só com adesivos nos seios e uma calcinha fofa, o que Emilie por vezes fazia no palco. O show já esteve no Brasil no fim de 2012 em São Paulo e no Rio. Tem também a Trupe do The Devil's Carnival, uma peça em que foi convidada a participar, que atua como Bonequinha pintada, expulsa do céu por estar quebrada, juntando-se com o povo do circo no inferno controlado pelo capeta e aprontando todas. Ela voltou a estar em cartaz com essa peça a partir de setembro de 2015. Foi nessa peça que Emilie conheceu seu príncipe, o ator Marc Senter (que inclusive interpreta seu par romântico na peça, o Escorpião), e mesmo não tendo confirmado se é namoro ou amizade, ele está sempre a acompanhando em tudo e fazendo da vida da nossa garota bem mais doce. Ele atuou até no videoclipe Fight Like a Girl numa cena de beijo com Emilie suuuper fofa. Parceiro de altas confusões.

Bonequinha Pintada, personagem tão Emilie.

 

Cinema:

Emilie teve poucas participações no cinema, porém contribui com coisas que qualquer fã não esquece e por mais que pequena, nos obrigavamos a assistir os filmes só para ter o prazer de ver seu talento mostrado nas telinhas.
O maior deles sem dúvida foi o filme da Trupe The Devil's Carnival onde depois de um tempo como teatro, virou filme. E Emilie atuava sempre como a lendária personagem Bonequinha Pintada. Outra participação lembrada dela foi na trilha sonora do filme Jogos Mortais II com as músicas "Organ Grinder" (instrumental) e "Dead is the New Alive" (mais radical e cantada). No filme 11.11.11 ela é uma figurante youtuber que fala sobre a teoria do número 11 em um dos vídeos em que o personagem principal está assistindo, tudo bem rapido; ocorreu na Era Opheliac onde ela usava seu cabelo vermelho berrante. Também na Era Opheliac ela participou do videoclipe da Banda de música industrial Die Warzau, Born Again - que coragem dela! - numa cena de sexo lésbico, totalmente sem roupa! Eu adoro ficar vendo esse video, não sei pq. Acho que pq é polêmico. Não pense besteira. Ver sua ídola pelada é tipo nossa!

 

Livro e poemas: 

Ok, aposto que, se leram até aqui, ficaram curiosos para saber qual é esse livro que tenho falado tanto que serve de base para as letras de músicas, danças e teatros encenados por ela. E que é baseado na vida conturbada dela que chegou a ser abandonada num hospício. Este livro se chama Hospício para Garotas rebeldes Vitorianas (Asylum for Wayward Victorian Girls) e infelizmente não tem no Brasil, não tem em português e é caro. É caro por possuir ilustrações da própria Emilie e ser bem colorido num tamanho grande. Mas é essencial para todo Plague Rat. - que é como ela chama seus fãs, ratos pestulentos, isso mesmo, mas que tem bom sentido para ela baseando-se no livro -  Não tenho e quero ter. O livro fala sobre uma personagem chamada Emily, uma adolescente ruíva com uma cicatriz em forma de coração logo abaixo do olho, que vivia em Londres na Época Vitoriana abandonada em um hospício para mulheres cheio de médicos malucos, ratos falantes amigáveis, fotógrafo bonitão, pacientes cômicas (ai que entram as Bloody Crumpets) o ursinho Sofredor(cor-de-rosa com remendos), remédios e muito chá. Tudo escrito com muito sarcasmo e sangue nas páginas. Emilie também lançou um livro reunindos seus poemas - que também se baseavam no livro, os quais ela os lê em voz alta em seus shows ao som leve de seus músicos. Alguns deles são: Two Masks, Dreams, I Didn't Mean You, Space, I Cried for You...

 

Estilosa:

Em questão de estilo, Emilie sempre foi minha inspiração, desde criança dizem que ela sempre foi muito criativa até no visual. Na capa do CD Enchant vemos ela com um uniforme militar, mechas cor-de-rosa e asas de fada. E mais tarde na sua fase Opheliac aliada à Epoca Vitoriana começou a vestir listras preto e brancas, vestidos brancos inspirados na época e corpetes lindos de morrer. Com seu cabelo vermelho, colocava apliques cor-de-rosa e brilhante em forma de maria-chiquinha. Sempre com muito brilho e glamour com um toque obscuro e desgastado; a maquiagem era perfeita, o coração pintado debaixo de um de seus olhos com muito gliter vermelho era um símbolo dos abusos que sofreu na infância e uma referência à personagem Emily de seu livro. Alias temos o coração vermelho presente em tudo. Uns toques de gothic lolita, de dark cabaret, de gótico vitoriano, steampunk, perky goth, fizeram de seu estilo o que é. Agora Emilie está loira e usa tons mais crus, cor-de-rosa, com brilho e dourado envelhecido em seus shows e rumo à meia idade, veste algo mais confortável com tons apagados fora dos shows.

O ursinho Sofredor sempre a acompanhando
Linda e poderosa chegando aos 40.

 

Vida Pessoal:

Emilie Fritzges, nasceu em 
22 de setembro de 1979, em Malibu, Califórnia, EUA. E desde seus quatro anos de idade começou a tocar violino. Super criativa desde criança, que só algo muito ruim poderia querer derrubá-la mas não conseguiu: Emilie sofreu abusos sexuais em sua infância e adolescência(tendo inspirado as músicas I Want My Innocence Back, Gothic Lolita e The Art of Suicide), e por ser muito criativa, usava roupas diferentes, ouvia músicas diferentes dos demais e isso fez surgir o bulling. Seus sintomas de depressão, bipolaridade, insônia começaram a incomodá-la mais ainda nessa fase, portanto, abandonou os estudos na Universidade Indiana Escola de Música para estudar em casa, já que até as autoridades de lá tinham problemas com os gostos de nossa heroína. Ela estudou parte de sua vida escolar e universitária em casa e até que conseguiu lançar um álbum(Enchant) e ser chamada como violinista para vários artistas como Courtney Love em 2004, época que acabou abortando seu primeiro filho por seu medo obsessivo de passar transtorno bipolar aos seus descendentes acabando internada numa clínica psiquiátrica por ter feito isso. Onde teve tentado suicídio varias vezes. E é aí que tudo começa. Sua fase mais obscura com o lançamento do álbum Opheliac e do livro Asylum For Wayward Victorian Girls após ter saído da terrível clinica que tiveram como inspiração seu sofrimento e sua imaginação fértil. Seus pais já não estavam mais lá para apoia-lá, Emilie sempre mentiu sobre eles, talvez por terem deixado-a por sentirem vergonha da filha ou algo assim. Ela tatuou o número de sua ala psiquiátrica em seu braço direito. Pintou o cabelo de vermelho berrante. Assim foi conseguindo conquistar a fama com seu jeito excêntrico de ser ao lado das Bloody Crumpets e deixando a arte tomar espaço de sua história. Quando lançou Fight Like a Girl, Emilie já era bem conhecida, teria feito vários shows, veio ao Brasil pela primeira vez, entrou para o grupo The Devil's Carnival onde conheceu Marc Senter que mudou sua visão sobre homens. Platinou o cabelo e continou seu show. Emilie parece estar mais feliz ao lado de Marc pelo que vemos em suas fotos no Instagram.
 

NOTA:  

Uma linda história de superação e criatividade à flor da pele. Emilie é 100% real, mas bem que sua história daria um filme. Por isso, sou fã dela, tenho camiseta dela e me orgulho disso. Mas ela é apenas inspiração, não tento ser ela não! Diante de meus problemas, penso na história dela e em meus talentos que assim como os de Emilie são variados (: Eu tento usar meus problemas como inspiração em algumas de minhas artes e isso inclui minhas piadas, sempre assisto alguns dos shows dela antes de encenar uma peça de teatro, pois é nela que encontro inspiração. Espero que muitos também façam isso, pois temos que saber aproveitar o máximo que a vida nos proporciona até mesmo nossos erros e tristezas. Fiquem com essa bela lição. Thauzinho. Até a próxima.


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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Gótica Suave?

 hã?

Que isso?

Não podi sê!


Mortícia sempre tem razão...

Queridos leitores! Chegou a hora de postar mais um tema polêmico que tem surgido por aí nas redes sociais. Já não bastava ver pouco conteúdo falando bem ou a verdade sobre os góticos no Brasil e me deparo com isso aí: Gótica suave que nada mais, nada menos como o nome já diz, é a pegada mais leve do hardcore. Mas que na minha opinião - e na opinião de muitos góticos mais antigos - isso não tem nada de gótico. Ser gótica suave soa como: "sou gótica de leve" "sou gótica mas não me comprometo", "acho bonito o estilo gótico mais é exagerado", "é uma maneira de eu vestir preto e não precisar ir ao cemitério e ser triste". Ah! Por favor, né?
Depois que a modinha de vender camisetas de bandas e caveirinhas pegou geral e deixou muita gente parecendo super "cool", não demorou muito para apostarem no glamour que a moda gótica ostenta. É só isso. Moda. Apenas moda. E passa. Porém, essas minas que só ouvem uns rock, pagam de depressivas e vestem preto dizendo que são góticas é que são o problema. Além de banalizarem algo que não foi feito para se banalizar, estão reforçando ainda mais a ideia de depressão à subcultura, que não tem nada a ver, ser gótico não é ser triste.
Se você realmente gosta da cultura gótica recomendo que estude muito, embora a maioria das coisas legais estejam em inglês, conheça góticos que já são góticos a mais tempo, você pode encontrar coisas mais suaves dentro da subcultura sim, o lado ethereal. Mas estude. Verá que é bem ampla. Se você quer usar a moda sem ser gótica, tudo bem, só cuidado com o que diz. O lado bom do "Gótica Suave" é que você pode usar batons pretos sem que as pessoas achem estranho. E quantas marcas vendem essa cor agora por causa dessa moda. E aos poucos as pessoas vão aceitando os góticos normalmente. Aos poucos... Eu disse, aos poucos... 

A Taylor Momsen é linda,
 veste bem, canta bem, 
mas não se intula gótica só porque se veste assim.

Falando de modinhas, dentre todas as modinhas que apareceram(emo colorido Restart, RBD, Psy - gangnam style, princesa de aba reta,..) a que eu mais gostei foi a do Master Chef, sério mesmo. Agora tá na moda as pessoas cozinharem, dar uma de chef, fazerem comidas caras, utilizando temperos diversos... E alguém vai ter que comer. É tanta gente com fome... Ah como eu queria que essa moda pegasse mais do que Restart.
Se não gostaram, me batam, me prendam, façam tudo comigo, mas não me acheeeem na ruaaaaa. Que merda.
Flw p vcs. Ou como queiram, até logo, namastê, thauzinho...

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domingo, 23 de agosto de 2015

Por que eu não gosto do Facebook?

Queridos e queridas, olá novamente e bom dia/tarde/noite para todos. Dessa vez resolvi escrever um post um pouco polêmico sobre mim. Isso sempre dá briga  Para começar, eu nunca fui de gostar de redes sociais, lembro-me da época do Orkut que embora eu tivesse um era mais interessante eu gastar meu tempo procurando qualquer coisa no Google para me divertir, entreter, informar, ler... Porque o tempo que eu perdi com coisas fúteis no Orkut era grande e eu me sentia inútil por desperdiçá-lo. Aí surgiu a modinha do Facebook, eu criei um vendo que todos estavam migrando para lá e parecia ser tão chique ter um. No começo tudo parecia ser lindo com o novo formato, as postagem eram legais e engraçadas e os jogos foram o que eu mais gostei, sdds Song Pop. Porém, aos poucos eu fui percebendo que algumas pessoas colecionavam curtidas e pensei mais ou menos assim: "porque as pessoas curtem tanto as postagens desta pessoa se ela não é famosa e às vezes nem bonita? E o chat então? cheio de pessoas interesseiras iludidas pelas suas fotos(já chegaram a me pedir em casamento pelo chat do Face! OMG)". O chat tomava mais tempo do que as outras coisas e como percebi que só de entrar não fazia nada mais do que isso, então desativei meu chat. Porém a maioria das pessoas aos poucos aumentavam as curtidas e amigos em qualquer merda que postassem e quanto ao meu post sobre cães abandonados? Apenas 2 curtidas? Depois chegou uma época em que vieram as tias, as avós, os mendigos... Todo mundo tinha um perfil na rede. As fotos da maioria dos jovens passavam de 100 curtidas, modinhas de Face surgiram "kem ker ser minha capa hj?". Descobri o filtro do Face e parei de seguir 80% do pessoal só pelo o que eles postam. E mesmo assim...

Desanima entrar para ver as pessoas brincando de Deus por lá. É tão deprimente. Somente 1% do Face é útil para mim. E a maioria dos posts eu vejo no Tumblr onde posso surgem a maioria e posso interagir com o mundo todo. E sem falar que meu nível de inglês aumentou uns 20% pelo Tumblr. Hoje interajo com as pessoas pelo Whatsapp onde consigo controlar minhas conversas; posto fotos minhas no Instagram, não tenho muito sucesso com curtidas e seguidores por lá, mas gosto do Insta; Escrevo minhas opiniões e sobre o que eu gosto/faço aqui! E o resto é tudo nos meus Tumblrs mesmo. Meu Twitter é sobre meu Tumblr e não mexo lá, ambos são vinculados. Assim ficou bem melhor para mim e sou feliz sem se importar com o que os outros pensam ou quer dizer, postam. E para finalizar, vou deixar uma vídeo que eu fiz - com minha locução e texto - para um de meus trabalhos, mas acabei não usando:


Eu quando digo que não uso Facebook


E é isso aí galera. De vez em quando acho bom fazer uns posts mais sérios. E quero deixar claro que NÃO ESTOU JULGANDO QUEM USA O FACEBOOK, apenas expressando minha opinião sobre o tema e minhas atitudes para com ele. Sei que tem muitas coisas boas por lá, mas não me atrai buscá-las no momento. Tchauzinho e até a próxima.

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sábado, 15 de agosto de 2015

Frozen versão paranaense-metaleira

Fala galerinha louca! Chego de novo com uma postagem que faz tempo queria postar já que o vídeo já passou até de 1000 views no Youtube! E não apenas porrr serrr mais uma obra criada na nossa querida Rússia Brasileira (onde mais eu e meus amigos poderíamos morar sendo vidas-loukas desse jeito?) cheia de sotaque caipiresco, mas por se tratar de uma dublagem de um filme famoso!!! E dessa vez não zoamos nada, apenas traduzimos do original, lendo da legenda foi moleza pois foi um trabalho da faculdade e já que minha miguxa Tati é fã da Elsa, a rainha do gelo, acabamos dividindo os personagens conforme escolhemos a cena que foi a mais emocionante de certo. E aí deu no que deu. Meu sotaque caipiresco russo-brasileiro sumiu na hora da gravação e do meu amigo zoeiro-neverends Thom de barriga-verde também sumiu, mas prevaleceu forrrrte na nossa amiga Tati que deu a graça nesse vídeo que até o professor se matou de rir na hora da apresentação, dando a impressão que a história se passasse mesmo no inverno paranaense, que é frio pra capacete!

Veja só:


Eu sou a Anna, a ruivinha fofa de trancinha. Só porque tenho cabelo vermelho e a Tati loiro-platinado, podemos dizer que somos elas na vida real. Brincadeirinha crianças! Não queremos estragar a imaginação de vocês rsrsrs. Mas por um momento tivemos essa oportunidade e o Thom dividido entre Olaf e Kristoff teve uma dupla personalidade. Na edição eu cismei em pôr Whitin Temptation que traz letras que falam sobre um Frozen dark-metal e que ficou maravilhoso com a suave voz de Sharon Den Adel no final feliz. Thank you for watching *-*

Até mais. Beijinhos congelantes.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Dicas de Alice! #1 Girly Goth!


Olá galerinha! Quanto tempo. Pois bem, hoje trago aqui duas belas dicas aproveitando o vídeo que eu fiz para traduzir uma música. Se você gosta de coisas misteriosas, macabras e ao mesmo tempo bem femininas, girly-goth no caso, vai adorar a série Pretty Little Liars (Maldosas - nome broxante no Brasil) onde por mais que o pessoal julgue como sendo algo nhé-nhé-nhé de menininas fúteis e fofoqueiras, eu digo que não. Gosto muito da série por trazer mistério, suspense e segredos obscuros e as meninas não são muitos fúteis nada não! Elas tem um comportamento muito adulto para a idade delas: em vez de ficarem andando em shoppings comprando bolsas Prada e ficarem fofocando de outras meninas na escola e falando das bundas dos meninos, elas fazem de tudo para saber que é -A uma espécie de serial-killer que as persegue anonimamente tornando a vida delas um verdadeiro inferno, envolvendo mortes macabras e desenterrando o passado obscuro de suas famílias e também de seus namorados. A investigação envolve as quatro amigas que antes perderam uma delas (Alisson DiLaurents) assim como no desenho Scooby-Doo. Vale a pena conferir apesar da enrolação sob as suspeitas do(a) temível -A. Ah, a minha Liar preferida é a Aria Montgomery (Essa da direita na foto) por me identificar muito com ela seja no modo de ver as coisas, de se vestir, de amar as artes, de falar... Para ela ser eu só faltou o cabelo vermelho rs.


Aria Montgomery (Lucy Hale), a gótica da Liars e meu alter-ego

A outra dica é musical! Uma banda que eu amo tanto a ponto de ouvir suas músicas todos os dias. The Birthday Massacre é diferente de tudo que você já ouviu. Um delicioso rock gótico eletrônico com a doce voz de menininha da Chibi, a vocalista que em questão de roupas, eu a tenho como inspiração para moda também. Synthpop, Synthrock, gothic rock, indústrial, sei lá o gênero certo em que eles se encaixam corretamente, mas até para quem não é gótico eu recomendo ouvir pois é alegre e dançante. As letras são sombrias, porém parecem apenas poemas obscuros, nada de invocar demônios ou falar mal de religiões como muitos pensam sobre música gótica. A banda já veio ao Brasil no começo de 2015 por insistência dos fãs, eu queria muito ir, pois era uma dessas fãs insistentes e como eles não vieram para Curitiba apenas para São Paulo e Rio, não tive condições para ir. Sara Elaine Taylor (a Chibi) tem mais de 30 anos apesar de fazer voz de criança nas músicas e já escreveu um livro "Boring Girls" para você ter uma ideia de como ela é criativa. Junto com os meninos, ela faz obras de arte em suas músicas desde 1999, em cada uma delas uma viagem diferente, nenhuma delas são parecidas umas com as outras. Sou super fã. E nunca enjoo de uma música se quer. r-e-c-o-m-e-n-d-a-d-o.


Essa aí é a vocalista Chibi com seus trinta e poucos anos
ostentando juventude


E para ilustrar, fiz uma montagem com as imagens da série e a tradução de uma das músicas da banda, até parece um conto de Edgar Allan Poe moderno. Ta aí uma amostrinha das dicas:


Até mais. Kisses -A.

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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Alice resolveu postar seus contos e histórias agora no Wattpad!

AHHHH! Parem tudo! Alice resolveu postar seus contos e histórias agora no Wattpad!

Depois de anos escrevendo e parando porque tive novas ideias para outras histórias e coisas, andei vendo algumas pessoas que escrevem no Wattpad e pensei: porque não? Afinal isso é comum. Não é como na minha adolescência que eu achava que era a única jovem no universo que escrevia coisas e por isso era estranha e incomum e que se eu postasse na Internet várias pessoas iriam querer copiar e roubar minha ideia depois de todos esses meus anos odiados de adolescente.


Pois bem, eu cresci e apesar de não gostar muito de Facebook, Twitter, blá, blá, blá, eu resolvi postar minha vida aos poucos e de uma forma menos fútil. E senti que chegou a hora de soltar minhas lindas pérolas acumuladas todos esses anos que me davam inspiração para escrever e ver sentido na vida. Não vai adiantar nada ficar guardando para mim, entulhando cantos no computador, quero passar isso adiante e quando puder escrever mais, vou lá e escrevo. Tendo talento ou não, eu não me envergonho do que eu escrevi, afinal já vi coisas bem piores na Internet, ah Internet, como amo você! E para que alguém comece a ler, nada melhor do que fazer um post no meu blog e deixar este ser que está lendo curioso e me dar audiência. Quem gosta de ler contos bem assustadores ou algo para rir, comédia, fantasia, eu recomendo que vai gostar sim. Então, voa lá:

https://www.wattpad.com/user/AliceEmilieOperetta

Esse meu pseudônimo é esquisito pra burro, mas amei ele. É Super gay!

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